Marcelus Fernandes
Autor do PHB Framework, um sistema experimental de usuários sintéticos em camadas, com comportamento emergente e decisões auditáveis. Leia o artigo.
Muitos projetos de IA funcionam em demonstração. Na operação real, clientes mudam de assunto, trazem informações incompletas e exigem ações em sistemas diferentes. KHAL e Hapvida mostram as práticas que fazem agentes saírem do piloto e sustentarem CX enterprise em escala.
O fio condutor
Prompt e roteiro fixo resolvem o caminho feliz. Em produção, o cliente real muda de assunto no meio, perde a paciência, chega com informação incompleta e exige ação em sistemas diferentes. É aí que a persona estática deixa de servir.
“Usuários sintéticos não servem para ouvir o que já sabemos, mas para iluminar o que não sabemos, e validar com usuários reais.”Marcelus Fernandes, AI Product Lead
Anatomia de um usuário sintético
Cada camada ajusta a anterior sem quebrar suas regras. O resultado é um cliente com personalidade própria, que ainda cabe dentro do que a pesquisa real mostrou ser plausível.
O padrão de comportamento central, com atributos de 1 a 10, gatilhos, barreiras e critérios de escolha.
A variação individual: tom mais assertivo ou mais cauteloso, num ajuste curto que não fere o arquétipo.
O momento específico, como um SLA estourado que aumenta a urgência ou uma exceção fora do script, sempre com limite.
// agente #0142 arquetipo: "Cliente frustrado" historico_reclamacao: { min: 8, max: 10 } barreira: "atendimento anterior sem solução"personalidade: "impaciente" ajuste_tom: ±1contexto: "SLA estourado" urgencia: +2 // acumulado e limitado// estado emergente, vindo da conversa: estado: "frustração" → abandona na resolução
Quem senta na mesa
Autor do PHB Framework, um sistema experimental de usuários sintéticos em camadas, com comportamento emergente e decisões auditáveis. Leia o artigo.
Lidera marca, inovação e produto com CRM, dados e IA aplicada ao relacionamento com o cliente. Passagens por Grupo Volkswagen e QuintoAndar.
CRO da KHAL, sistema de agentes autônomos de IA para suporte, vendas, cobrança e retenção em operações enterprise.
A conversa
Por que prompts e roteiros fixos deixam de representar o cliente no momento em que ele muda de assunto, perde a paciência ou traz uma exceção.
Como frustração, urgência e exceções mudam o comportamento. E como ferramentas conectam a IA aos sistemas que fazem a ação acontecer.
Testar com clientes sintéticos antes de expor o mercado. Entender o que o agente decidiu e por quê. Transformar robustez técnica em mais resolução e menos retrabalho.
Perguntas da audiência, respondidas na hora. Sem roteiro.
Inscrição gratuita
Quarta, 28 de outubro, das 10h às 10h50 (Brasília). O link da sala chega no seu e-mail.
O link da sala chega no seu e-mail antes do evento. Quarta, 28 de outubro, às 10h.
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